
Estudo de Caso.
Nesta Interdisciplina vocês irão realizar individualmente uma atividade que inicia na
Unidade 3: Serviços de Atendimento Educacional Especializado e se encerrará ao final de Semana 3, da Unidade: Práticas Pedagógicas em Educação Inclusiva.
A atividade consiste na realização de uma pesquisa, com um sujeito com necessidades educacionais especiais através de registro escrito em forma de relato (relatório narrativo).
A cada semana estaremos solicitando que sejam acrescentados/das dados/informações novos/as a estes "Estudos de Caso", relativos aos aspéctos trabalhados em cada Unidade.
Todas as leituras e produções realizadas durante esta interdisciplina " EDUA026 - Educação de Pessoas Com Necessidades Educacionais Especiais", nas diferentes unidades que a compõem, podem e devem contribuir para sua escrita.
Nessa direção, apontamos a construção de um "Estudo de Caso" de um determinado sujeito do cotidiano de sua prática pedagógica para compor parte da avaliação desta disiciplina.
A seguir algumas informações sobre o Estudo de Caso:
- O QUE É UM ESTUDO DE CASO?
O estudo de caso é uma forma particular de estudo compreendida no universo das pesquisas qualitativas que possui características muito específicas.
1. O estudo de caso visa à descoberta. Parte de alguns pressupostos que orientam a coleta inicial de dados, mas o professor-pesquisador deve estar atento a elementos que podem emergir como importantes durante o estudo, aspectos não previstos, dimensões não estabelecidas a priori.
2. O estudo de caso enfatiza a interpretação em contexto. Há de ser valorizado o contexto, o meio em que este sujeito está inserido e suas características mais marcantes.
3. O estudo de caso procura representar os diferentes e, às vezes, conflitantes pontos de vista presentes numa situação social. O professor-pesquisador busca explicitar os princípios que orientam as suas representações e interpretações através de relatos dos informantes que podem ser familiares, amigos, vizinhos ou colegas da escola, por exemplo, do sujeito em questão.
4. O estudo de caso utiliza uma variedade de fontes de informações. O professor-pesquisador poderá fazer uso da estratégia de triangulação, recorrendo a uma variedade de dados, coletados em diferentes momentos, em situações variadas e provenientes de diferentes informantes.
5. O estudo de caso revela experiências e permitem generalizações “naturalísticas”. O professor-pesquisador procura descrever a experiência que ele está tendo no decorrer do estudo pra que os seus colegas possam chegar a tais generalizações.
6. O estudo de caso procura retratar a realidade de forma completa e profunda. O professor-pesquisador busca revelar a multiplicidade de dimensões presentes na situação apresentada, focalizando-a como única, mas sem deixar de enfatizar os detalhes e as circunstâncias específicas que favorecem a apreciação do todo.
7. Os relatos do estudo de caso são elaborados numa linguagem e numa forma mais acessível o que permite sua apresentação através de colagens, dramatizações, fotografias, representações orais, auditivas, visuais ou uma combinação delas. Os relatos escritos apresentam, geralmente, estilo informal, narrativo, ilustrado por figuras de linguagem, citações, exemplos e descrições. Convém destacar que por referir-se a estudo de caso envolvendo crianças ou adolescentes o uso de imagens, entrevistas, etc. passa pela autorização dos pais ou responsáveis.
O relato será baseado no depoimento de uma colega professora, que tem em sua sala de aula, um aluno com necessidades especiais.
O estudo de caso vem sendo realizado em uma turma de 1º ano, em uma Escola Estadual de Porto Alegre.
A Profª Alessandra é a titular da turma, segue seu relato:
“ O aluno Miguel é aluno da escola desde o ano passado, quando fazia o jardim e na época segundo a Profe dele me relatou apresentava os mesmos problemas, mas sem diagnóstico.
No final do ano passado, nossa Orientadora Educacional solicitou aos pais do aluno, um encaminhamento e solicitou um laudo com o diagnóstico do caso do Miguel.
Neste ano, como ingressou no 1º ano foi apresentado o diagnóstico e foi constatado um retardo mental moderado. Está sendo muito difícil lidar com o Miguel, pois nunca havia passado por este tipo de experiência”
O Miguel tem 6 anos é filho de pais separados, mas bem presentes em atenção e cuidados.
Ele é uma criança que dá muito trabalho à Profª Alessandra, pois tem dificuldade na fala e é extremamente lento na realização das tarefas que na sua maioria não concretiza.
Não consegue ficar sentado e foge da sala de aula, o que dá um transtorno enorme à Alessandra, pois exige o máximo de sua atenção e ela ainda tem uma turminha de 25 crianças em alfabetização.
Ele tem medo das crianças maiores, pois no recreio alguns o assustam por perceberem sua fragilidade.
Os pais demoraram a identificar a deficiência do filho e encaminhá-lo a um especialista, pois acreditavam que ele estava demonstrando uma regressão, pelo fato da separação dos pais que ocorreu quando tinha 4 anos e meio.
A turminha está aprendendo também, junto com a Profª Alessandra a lidar e também, cuidar do Miguel.
Segundo relato da Alessandra, as crianças são bem preocupadas com o Miguel.
Ele é uma criança muito carinhosa e que exige muita atenção.
Ele reconhece pouquíssimas letras do alfabeto e sabe contar até 10, mas sem reconhecer os números.
Tem dificuldade de trabalhar em atividades que exigem uma coordenação motora.
A professora dele diz que tenta fazer com que ele realize alguma tarefa, mas é difícil ele quer que ela fique ao seu lado o tempo todo. Ele senta bem na frente da mesa da sua professora e no canto, na parede para tentar evitar as suas fugas.
A turma acaba ficando bem agitada devido a sua presença, pois os outros também acabam por exigir ao máximo a atenção.
A professora também relatou que a todo instante alunos cobram que ela dá mais atenção ao Miguel que a eles.
Tive a oportunidade de observá-lo por uma tarde e fiquei bem preocupada com a colega Alessandra, pois ela se desdobra em muitas. E o Miguel durante esta tarde que passei com eles não parou quieto um minuto sequer. Vinha até onde eu estava sentada e por fim tentei ajudá-la orientando ele ao realizar alguma tarefa, mas foi impossível.
Como dou aula para o 2º ano tem uma probabilidade bem grande, de ser meu aluno no próximo ano.
Como o tratamento dele foi iniciado no início deste ano, ainda é cedo para observarmos grandes melhoras, até mesmo pelo que me foi passado do seu caso é que apresenta uma maior lentidão para aprender a falar e para atingir outras metas do desenvolvimento (p.ex., sentar). Quando recebe treinamento e apoio adequado, o adulto com retardo leve a moderado consegue viver com um grau variável de independência no seio da comunidade. Alguns requerem somente uma pequena ajuda, enquanto outros necessitam de uma supervisão muito mais importante.
A Profª Alessandra tem desenvolvido com ele jogos, objetos concretos, brinquedos com encaixe e alguma coisa em E.V.A.
Este é o único caso, de criança portadora de necessidades especiais na nossa escola e não há nenhum projeto educacional planejado, até mesmo por ser nossa primeira experiência com este tipo de aluno. O que dificulta muito o trabalho da colega.
A opinião da Profª Alessandra, em relação à inclusão destas crianças: “ – Toda escola deveria ao receber aluno com necessidades especiais planejar e se estruturar e receber informações de especialistas ter material adequado e cooperação por parte de toda a escola, pois é árduo o trabalho. E no meu caso, que o diagnóstico veio tardiamente, após o início do primeiro trimestre não temos estrutura para atendê-lo com a qualidade e qualificação necessária que ele necessita.”
Comparo a realidade vivenciada pela colega com os textos lidos, cito alguns trechos de Lenise Pistóia: “Parte-se do princípio que o professor sozinho não será capaz de garantir a almejada qualidade de ensino. (...) Para tanto, torna-se necessário um direcionamento para a comunidade no estabelecimento de parcerias com os pais". (...) Além disto, visa o prosseguimento da formação continuada em serviços, que dentre inúmeras finalidades permite ao professor aprender a lidar com classes heterogêneas, com conteúdos curriculares diferenciados e adaptados, utilizando estratégias de ensino, de acordo com as necessidades específicas destes alunos."
É nítida a discrepância entre o ideal e o que realmente acontece em nossas escolas.
Esta professora luta com todas as suas forças nos embates diários e talvez criticada por muitos, mas só se vê o trabalho, a dedicação de um professor no momento em que o seu trabalho é observado e analisado. Ela não recebe orientação nenhuma quanto ao trabalho pedagógico com o Miguel. O apoio da família é limitado, pois também, estão aprendendo a lidar com o Miguel.
Outro fator que gera muito conflito é a avaliação desta criança, 1º e 2º ano trabalhamos com parecer descritivo, só que o problema que a colega sofre este ano, nós do 2º ano com certeza uma das professoras vai sofrer também, pois no 1º ano não há reprovação e esta criança vai chegar ao 2º ano, em que o professor tem que sanar as dificuldades herdadas durante a alfabetização no 1º ano, que em uma turma de alunos sem necessidades especiais recebemos entre três e quatro níveis de alfabetização. O que torna o nosso trabalho mais que dobrado.
Nos intervalos de recreio temos conversado muito sobre este caso, eu, Profª. Alessandra e a outra Profª do 2º ano. Discutimos muito sobre as dificuldades que virão pela frente e quem vai enfrentar maior vai ser a professora que recebê-lo no 2º ano.
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RECUPERAÇÃO:
Atendendo as solicitações da Tutora Simone Ramminger complemento meu trabalho, com as seguintes informações:
Os pais do Miguel são separados, o pai é profissional liberal e a mãe é diarista. Ele é filho único.
Ele é cuidado pela avó materna no período em que a mãe trabalha.
Ele convive bastante com o pai que é bem presente na escola.
A mãe o leva e busca todos os dias na escola.
O pai do Miguel é padrasto de um aluno meu e as duas famílias se dão super bem e o Miguel é tratado como filho pela madrasta que é super presente também, e pelo meu aluno e a irmã do meu aluno o tratam como irmão. Tem um relacionamento bem amigável e é bem mimado por todos.
Ele tem uma rotina normal brinca interage com as outras crianças dentro das suas limitações e não pratica esporte.
A família tem boas condições socioeconômicas e lhe proporciona certo conforto.
Eles esperam que seu filho continue estudando em uma escola regular, mesmo considerando não ser uma tarefa fácil.
Este é o primeiro caso que a escola recebe, portanto, estamos todos aprendendo juntos.
Na medida em que a área cognitiva do desenvolvimento de crianças classificadas como portadoras de deficiência mental é considerada a mais crítica ou defasada em relação às crianças ditas “normais”, é relevante conhecer também as relações existentes entre o desenvolvimento cognitivo e o processo de interação social.
De outro lado, a carência de instrução leva a uma falta de aprendizagem, até mesmo de habilidades sociais.
O processo de inclusão/integração de crianças com deficiência no ensino regular possibilita-lhes interagir espontaneamente em situações diferenciadas, enquanto adquirem conhecimento e se desenvolvem. Essa integração, entretanto, não deve ser
facilmente resolvida a partir de uma resolução de cunho legal ou teórica, uma vez que variáveis relacionadas a processos grupais e reações de preconceito podem influenciá-la, seja facilitando ou dificultando a integração dessas pessoas com aquelas ditas “normais”.
A análise da aceitação e do desenvolvimento das interações sociais de alunos portadores
de necessidades especiais por seus colegas de escola contribuem, não somente para uma avaliação das conseqüências sociais para os estudantes em ambiente inclusivo, mas
também, para auxiliar no esboço de uma prática educacional inclusiva que promova a interação e aceitação social de todos os estudantes.
A importância dos professores no processo de inclusão, por lidarem diretamente com os alunos portadores de necessidades educativas especiais, sendo os agentes mais
eficazes no processo de inclusão.
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RECUPERAÇÃO:
Atendendo as solicitações da Tutora Simone Ramminger complemento meu trabalho, com as seguintes informações:
Na escola há um pátio, com uma praça para recreação, durante o recreio tem dois monitores cuidando.
Há um ginásio de esportes onde é realizada a educação física, que é ministrada pela própria professora, as crianças jogam futebol, pulam corda e brincam.
As aulas de educação artística são realizadas em sala de aula, com atividades que estimulam a criatividade.
A avaliação no ensino regular já é um dos fatores mais complexos e na educação especial devemos ter a noção de que a avaliação vai ocorrer individualmente, pois cada aluno apresenta um ritmo próprio e devem ser observados os objetivos que foram estabelecidos para ele.
É necessário que antes da avaliação o aluno seja encaminhado para tratamento, seja feita uma triagem, classificação e haja um planejamento educacional podendo analisar o progresso do aluno.
Comparando os textos lidos, com o meu estudo de caso, observo que estamos caminhando devagar. O maior problema é que as redes de ensino e as escolas não cumprem a lei. A nossa Constituição garante desde 1988 o acesso de todos ao Ensino Fundamental, sendo que alunos com necessidades especiais devem receber atendimento especializado preferencialmente na escola, que não substitui o ensino regular.
Além de fazer adaptações físicas, a escola precisa oferecer atendimento educacional especializado paralelamente às aulas regulares, de preferência no mesmo local. Assim, uma criança cega, por exemplo, assiste às aulas com os colegas que enxergam e, no turno inverso, treina mobilidade, locomoção, uso da linguagem. Tudo isso ajuda na sua integração dentro e fora da escola.
Uma boa avaliação é aquela planejada para todos, em que o aluno aprende a analisar a sua produção de forma crítica e autônoma. Ele deve dizer o que aprendeu, o que acha interessante estudar e como o conhecimento adquirido modifica a sua vida.
O que observo na rede de ensino em que trabalho é que não estão dando às escolas e aos professores o que é necessário para um bom trabalho.
Após leituras e realização deste estudo de caso consegui esclarecer minhas dúvidas, quanto à educação especial e perder a insegurança que relatei no início deste estudo de caso, com o aluno Miguel, em relação a sua alfabetização no 2º ano, que provavelmente poderá ser meu aluno.
E concluindo meu trabalho de estudo de caso aprendi que os alunos precisam de liberdade para aprender do seu modo, de acordo com as suas condições. E isso vale para os estudantes com deficiência ou não.
Comments (9)
Simone Ramminger said
at 11:58 am on May 26, 2009
Olá Elise!
Passei por aqui e não encontrei nada sobre teu estudo de caso. Estás com dúvidas, precisando de ajuda? Qualquer questionamento, faça contato. Estamos a disposição.
Um abraço, Simone - Tutora sede EPNE
Simone Ramminger said
at 11:03 pm on Jun 11, 2009
Elise passei novamente no teu dossiê e não encontrei a postagem das atividades 4 e 5. Precisas selecionar o sujeito do teu estudo de caso para realizar as atividades solicitadas. Estás precisando de ajuda?
A atividade da unidade 6 já está disponível no Rooda, em aulas.
Qualquer dúvida, faça contato.
Um abraço, Simone - tutora sede EPNE
Simone Ramminger said
at 11:28 am on Jul 3, 2009
Elise estamos preocupadas contigo. Faça contato para que possamos te ajudar.
Estamos a disposição.
Um abraço, Simone
Simone Ramminger said
at 12:05 am on Jul 6, 2009
Elise vejo que fizeste a postagem de algumas informações sobre o sujeito do teu estudo de caso, hoje dia 05/07/09.
Poderias ter trazido mais dados sobre o aluno Miguel ao longo do semestre. Os pais do Miguel trabalham? Com que? Ele tem irmãos? Sabes como é a rotina dele fora da escola? Que interesses ele tem? Quais as condições socioeconômicas da família?
Nos materiais da unidade 6 deves ter visto que por apresentar um rendimento escolar diferenciado em relação aos colegas, em geral o aluno com deficiência mental é um aluno que demanda uma série de modificações no contexto escolar, envolvendo currículo, conteúdos, intervenção pedagógica, avaliação, apoios...
Um abraço, Simone - Tutora sede
Simone Ramminger said
at 12:06 am on Jul 6, 2009
Elise no texto AVALIAÇÃO E INCLUSÃO ESCOLAR: DESAFIOS, CONFLITOS E POSSIBILIDADES, Christofari traz uma questão importante sobre avaliação: "Dentre tantas questões que entram em pauta quando nos referimos à educação que prima pela inclusão escolar, podemos destacar uma que nos oferece um grande desafio: como avaliar a aprendizagem dos alunos sem que essa prática se torne instrumento de exclusão e de fracasso escolar?" Que outros pontos te chamam a atenção nesse texto e que podes relacionar com a tua prática?
De que forma tu acredita que esta interdisciplina contribuiu para a tua prática em sala de aula?
Podes desenvolver um pouco mais as conclusões do teu estudo de caso e fazer algumas relações com os materiais lidos e vistos ao longo do semestre. Ok?
Um abraço, Simone - tutora sede EPNE
Simone Ramminger said
at 12:10 am on Jul 6, 2009
Elise no texto "A rede de interações" Pistóia comenta que "o ser humano é o resultado de suas interações e a vida é a busca incessante por novos conhecimentos. Estes novos conhecimentos, de forma nenhuma, representam um investimento em vão. Eles são a efetivação do que se pretende, em termos de proposta educativa para os alunos em situação de desvantagem. São estes que constituem-se no maior desafio a ser enfrentado, pois representam a mudança radical no atual panorama educacional. Um dado extremamente relevante é que a transformação proposta pela educação inclusiva está a desacomodar todos os sujeitos envolvidos nas relações escolares, pois não são apenas os alunos em situação de desvantagem que precisam “estar inseridos”, são todos os sujeitos da prática educativa. Todos aqueles que estarão envolvidos nas transformações propostas, no âmbito educativo, buscando incessantemente o conhecimento."
Para lembrar: Não fizeste a postagem da atividade 2.
Um abraço, Simone - tutora sede EPNE
Simone Ramminger said
at 7:03 pm on Aug 3, 2009
Olá Elise!
A recuperação do dossiê consiste em complementar as informações solicitadas nas unidades 3,4, 5, 6 e 7 que não foram contempladas aqui durante o semestre. Lembra que a atividade deve ser postada até 07/08/09. Qualquer dúvida, faça contato.
Um abraço, Simone - Tutora sede EPNE
Simone Ramminger said
at 9:29 pm on Aug 7, 2009
Elise vejo que acrescentaste informações importantes ao teu estudo de caso. Podes ainda relatar situações do cotidiano da escola (pátio), da sala de aula ou de aulas como educação física e educação artística.
Que aproximações existem entre as idéias trazidas nos textos sobre avaliação e o teu estudo de caso? Quais as contradições em relação ao que foi observado?
Precisas também fazer um fechamento do estudo de caso, com uma reflexão tua sobre o mesmo.
Qualquer dúvida, faça contato.
Um abraço, Simone - Tutora sede EPNE
Simone Ramminger said
at 1:36 pm on Aug 15, 2009
Ok Elise. Complementaste teu dossiê, portanto concluíste esta etapa da recuperação. Parabéns!
Um abraço, Simone - Tutora sede
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